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Entrevista com DJ TR

Ele é DJ, membro da Zulu Nation Brasil, educador social e também escritor. Estou falando do carioca da Cidade de Deus conhecido como DJ TR, que lançou em 2007, depois de 5 anos de muita luta, o livro “Acorda Hip-Hop! – Despertando um movimento em transformação”.

O livro foi lançado exatamente em novembro de 2007 pela Aeroplano Editora, como parte da série literária “Tramas Urbanas”, que conta ainda com os livros “Poesia Revoltada”, de Écio Salles e “Trajetória de Um Guerreiro”, do DJ Raffa (Baseado nas Ruas).

O livro começa com a história do nascimento de cada um dos elementos da Cultura Hip-Hop nos Estados Unidos e também a chegada da Cultura no Brasil. Após esses capítulos de história, o autor aborda dezoito questões que dizem respeito ao Hip-Hop brasileiro, divididas em capítulos. É aí que entra as opiniões das personalidades do Hip-Hop sobre os seguintes temas:

Conservadores Vs. Comerciais; Rap à Brasileira; Rap Vs. Funk Carioca; Graffiti e Break Vs. Rap; Grupos Vs. Bandas; Identidade do Rap Carioca; Identidade do Rap Carioca (parte II); Hip-Hop Vs. Mulher; Hip-Hop Vs. Rap na Mídia; O Hip-Hop e a Política; O Hip-Hop e Sua Ação Social; O Hip-Hop Nacional no Mercado Aberto; Rappers Pretos Vs. Rappers Brancos; Rap Político Vs. Rap Marginal; Ativismo Pesado ou Excesso de Realismo?; Hip-Hop Contra as Drogas; Estamos Confrontando o Sistema ou a Nós Mesmos e União, Será Que Entendemos o Verdadeiro Sentido Dessa Palavra?.

Para opinar sobre esses assuntos, TR entrevistou: Mano Brown (Racionais MCs), DJ Marcelinho (Beat Choro e ex-Câmbio Negro), Mara (rapper e militante), DJ Johnny (ex-DJ de MT Bronx e editor do site Real Hip-Hop), Clodoaldo Arruda (ONG Geledés), Elza Cohen (Zoeira Hip-Hop), DJ Juan, RDO (rapper e militante), Rooney Yo-Yo (ex-fundador do Sindicato Negro, criador da grife Pixa-In e promotor de eventos para B.boys), Só Calcinha (Grafiteira e militante), Nelboy (rapper angolano e militante), DJ Deco (ex-Jigaboo), Magno C-4 (rapper e B.boy), Bad (Grafiteiro e B.boy), Nino Brown (líder da Zulu Nation Brasil), Bonga (Grafiteiro e militante), Suave (rapper) e Big Richard (rapper, escritor, ator e apresentador).

A obra ainda conta com o prefácio do músico Marcelo Yuka (ex-baterista do Rappa) e contracapa do escritor Paulo Lins, autor do livro Cidade de Deus. Dos livros sobre Hip-Hop feitos em português, esse é sem dúdiva o mais completo, com grande riqueza de detalhes e opiniões de personalidades que participaram diretamente da construção do Hip-Hop no Brasil.

Sobre o autor – TR é carioca, DJ, acompanhou MV Bill por mais de 10 anos, em carreira solo e também no grupo Geração Futuro, que era formado por MV Bill, MV Michel e DJ TR. O grupo gravou a faixa “Malcom X” na coletânea Tiro Inical, onde estavam presentes todos os grupos da extinta ATCON (Associação Atitude Consciente), inclusive Gabriel O Pensador. TR era o coordenador da ATCON, começou como escritor no Jornal Afroreggae Notícias, foi colaborador do Jornal Estação Hip-Hop por 2 anos, é membro fundador do COMDEDINE (Conselho Municipal de Defesa dos Direitos dos Negros), pesquisador do Projeto Geração Hip-Hop (SESC-RJ/FINEP), Educador Social da Prefeitura do Rio de Janeiro, onde atende moradores de rua e por último é colunista e colaborador dos sites: Rap Nacional, Enraizados, Zulu Nation Brasil, LUB e Rio Festa.

Leia a entrevista a seguir e saiba mais detalhes sobre o livro e o DJ.

Capa do Livro

Capa do Livro

Revista Elementos: Há quanto tempo você planeja escrever um livro sobre o Hip-Hop e por quê?

DJ TR: Foi algo repentino. Inicialmente a minha intenção era alertar toda a Comunidade Hip-Hop para um mal eminente que se instalava em Movimentos, constituídos por todo o território nacional, através de uma coluna que possuía no extinto Jornal Afroreggae Notícias, do Grupo Cultural Afroreggae: a Desigualdade no Hip-Hop Nacional… A vontade de escrever este artigo – intitulado de Acorda Hip-Hop! – foi uma resultante das muitas viagens que fiz, quando ainda integrava o projeto do rapper MV Bill. Percebi que, nos muitos lugares por onde passei, existiam muitos desafetos entre os adeptos cuja grande maioria não pensava no Hip-Hop como uma filosofia de vida capaz de resgatar vidas por meio de sua proposta positivista… “O negócio era se dar bem sem se preocupar com os meios”… Aqui no Rio, a mentalidade também não era diferente. Conversando na época com o meu irmão zulu King Nino Brown (líder Zulu Nation Brasil) sobre o fato, fui alertado por ele que muitos de nossos irmãos praticavam o Hip-Hop sem o devido CONHECIMENTO acerca da nossa própria Cultura (Hip-Hop) e de outras tantas existentes ao nosso redor. Deste modo pude entender que, por mais que o jornal tivesse uma abrangência considerável por quase todo o país, um simples artigo não provocaria tanto efeito quanto a publicação de um livro, por exemplo. Sendo assim, meio que sem saber como fazê-lo, exatamente, decidi, sob as muitas orientações do meu grande irmão Écio Salles – que na época era redator do Afroraggae Notícias e mais tarde veio a ser um dos curadores da série Tramas Urbanas, por onde o livro saiu –, escrever as primeiras páginas do Acorda Hip-Hop!. E foram sete anos de muita pesquisa e muita luta… Morei, inclusive, por quase três anos aí em São Paulo para respirar melhor os ares dessa nossa Meca do Hip-Hop Nacional… Se fosse falar a fundo das intempéries por que passei, talvez tivesse de lançar outra obra para tratar desse assunto (risos).

R.E: O livro começa com um resumo da história do Hip-Hop, quais as foram as suas fontes de pesquisa?

DJ TR: A princípio algumas documentações por meio de revistas (americanas e nacionais), zines de alguns segmentos sérios do Hip-Hop nacional, jornais (americanos e nacionais) e Documentários como o Scratch, por exemplo… Outra grande ajuda veio por meio de irmãos como DJ Alan Beat (Sampa Crew), que deu uma tour pelo início da construção do Hip-Hop de São Paulo. Irmãos como a dupla de amigos Kinho e Paulo Jr., que, além de me ajudarem nas primeiras digitações (pois não possuía ainda um PC para registro, tendo que me condicionar às folhas de caderno), me traziam o tempo todo jornais e revistas antigos que continham matérias sobre as primeiras movimentações de Hip-Hop em Sampa e irmãos como o próprio rapper angolano Nelboy, que traduziu como ninguém muitos textos de algumas revistas, jornais americanos e documentários. Isto sem mencionar todos os ilustres convidados que depositaram na Obra muito dos seus conhecimentos e experiências marcantes junto ao Movimento… Mas não foi fácil, pois as informações sobre o Hip-Hop americano se conflitavam o tempo inteiro e precisei desenvolver muito do senso lógico também para eliminar o máximo de contradições quanto a fatos e datas. Um primo meu, o Pr. Selmo Reis, que vive nos EUA como pastor Auxiliar na Saint John Primitive Baptist Church de Delray Beach, Flórida, me ajudou muito neste tipo de enfrentamento pela verdade dos fatos e acredito que consegui alcançar aquilo que propunha em fazer com dignidade.

R.E: O livro é quase que inteiro focado no Rap, assim como todos os outros feitos no Brasil, mas os temas debatidos no livro tratam mais de questões ideológicas do que a música em si. Você não acha que o Rap carece dessa discussão técnica, sobre a qualidade do que vêm sendo produzido? Você não acha também, que tem muita gente colocando a ideologia à frente da música e por isso perdendo em qualidade musical?

DJ TR: Acredito que “Ideologia”, “Fanatismo” e “Hipocrisia” são termos ainda muito confundidos em nossa sociedade, que fazem destes termos sinônimos…, e com o Hip-Hop não poderia ser diferente, pois antes de sermos Movimento, somos Povo e estamos inseridos de alguma forma nesta sociedade, quer aceitemos ou não, quer eles nos aceitem ou não… Certa feita o rapper americano “KRS-One” disse, em uma entrevista, que a “Educação” precisava caminhar lado a lado com o “Capital” e que nenhum desses elementos poderia estar em desalinho para que a Cultura (Hip-Hop) não fosse massacrada… Ocorre que muitos irmãos ainda não entenderam que a ideologia pode ser aplicada de diversas maneiras… Às vezes o que se canta, nem sempre é o que se aplica na prática através de uma política social verdadeira. Por outro lado, muito da ideologia que é passada na música, é uma ideologia apenas daquele “Rap” que está sendo executado e não do próprio “Hip-Hop”. Talvez essa falta de identidade relacionada à Cultura da qual se faz parte, e pouco se conhece, seja a razão do empobrecimento de uma política de profissionalização voltada para nossos irmãos rappers. Acredito que, fugir do viés ideológico – pois o Hip-Hop é assim caracterizado desde a sua origem e foi dessa maneira que chegamos também até ele –, não seja a melhor atitude para uma possível qualidade musical, pois o jazz, o blues, o reggae, o samba não eliminaram a ideologia de sua essência. O que precisamos na realidade é entender como podemos trabalhar essa ideologia por meio do rap de forma inteligente para o enriquecimento intelectual de nossa juventude, tanto como a samba foi no passado e alguma coisa da MPB ainda é para os intelectuais, respeitando sempre as diferenças de estilos contidos na música Rap.

R.E: O que você pensa sobre o tratamento que alguns dão ao Hip-Hop, como movimento político, sendo que ele é uma Cultura que traduzida pro português significa “balançar o quadril”, ou seja, é uma cultura que surgiu da festa, da celebração dos seus elementos?

DJ TR: Façamos uma rápida viagem pelo Túnel do Tempo… O ano é 1974 e estamos na sede da Universal Zulu Nation, no bairro do Bronx… Durante um ano, o fundador dessa entidade, conhecido como “DJ Afrika Bambaataa”, tem se preocupado em desenvolver ações positivas entre os muitos jovens talentos do gueto que utilizam como ninguém suas habilidades nos campos da música, da dança e das artes plásticas urbanas… Mas Bambaataa passa por muitos problemas para organizar estes jovens devido a conflitos entre gangues hispânicas e negras por domínio territorial, consumo e tráfico de drogas. Isto sem falar que muitos, também, por desenvolver melhor seu dom do que outros apresentavam certos problemas de ego… Afrika Bambaataa percebeu que precisaria muito mais do que um espaço para conscientizar estes jovens… Por estas razões, ele decide, neste mesmo ano – ao lado dos amigos DJs Kool Herc e Grand “Master” Flash – , adotar uma filosofia de vida que viesse a norteá-los em seu resgate social. Eis que surge o “Hip-Hop”, uma regra de conduta social completa, que traz em seu significado “Balançar o Quadril”, sim, por ter sido baseado nas festas de rua que o ilustre Kool Herc promovia; mas também por ser um termo muito popular nos guetos desde os anos 60, popularizado por personalidades como o “DJ Hollywood” que utilizava a expressão “Hip-Hop-Duh-Hip-Hop-Duh-Hop” para entreter e interagir com os freqüentadores durante os eventos… Aliás, foi o próprio Afrika Bambaataa quem afirmou, em muitas de suas entrevistas, que se inspirou diretamente nas lutas e ensinamentos dos grandes líderes afro-americanos (Pr. Martin Luther King, Malcolm X, Louis Farrakhan, o partido Panteras Negras, etc.) para formar o Hip-Hop. Ocorre que muitos de nós, da Comunidade Hip-Hop Nacional, ainda confunde “Politização” com “Partidarismo Político”. O Hip-Hop é apartidário, mas por ser uma Cultura em constante movimento, ligada a uma macro-sociedade organizada politicamente, como é o caso da sociedade brasileira, deve, sim, direta ou indiretamente, de acordo com a aptidão de seus adeptos, estar envolvido nas decisões da nação enquanto Movimento Formador de Opinião Influente… O fato do Hip-Hop ter nascido em meio às celebrações festivas não quer dizer absolutamente nada, pois todos os grupos sociais africanos (tribos) sempre procuraram se organizar politicamente tendo os eventos festivos como um rito para manifestar suas ideologias. Isto, conscientemente falando ou não, está presente nos traços da diáspora africana e o Hip-Hop é um resultado disso também… O que os adeptos da Cultura Hip-Hop devem fazer urgentemente é buscar conhecer melhor o Movimento Cultural do qual fazem parte, reportando-se à pessoa de Afrika Bambaataa, conhecendo assim os propósitos que o levaram a constituir algo que fosse benéfico para as juventudes das quatro raças do planeta através de um saber sem limites, baseado no respeito abrangente a todos os seres viventes.

R.E: Como tem sido a repercussão do livro, o que você tem sentido de retorno?

DJ TR: A grande ajuda que tenho recebido de sites como o Bocada Forte, revistas do gênero e os próprios irmãos envolvidos direta ou indiretamente com a Obra, além da mídia secular, tem me levado a palestrar e debater em muitos lugares do país por meio de entidades (escolas públicas e Universidades, centros sociais e culturais, ONGs, Projetos, etc…) para discutir as atuais conjecturas do Movimento, com base nas nossas origens enquanto Cultura de Massa. No dia 10 de julho deste ano, por exemplo, estive aqui no Rio me reunindo na unidade do SESC Madureira com os professores da 5ª CRE (Coordenadoria Regional de Educação da Prefeitura do Rio), palestrando acerca do “Hip-Hop que não é Televisionado”, pois estes estavam fazendo uma grande confusão entre o Hip-Hop pregado pela indústria do enlatado e a nossa Cultura (Hip-Hop) de base… Foi bem interessante, pois ao fim do nosso bate-papo eles entenderam que nem sempre o que pode nos representar verdadeiramente está à exposição tão facilmente… Às vezes é preciso caminhar bastante para encontrar…

R.E: Quais foram os critérios para a escolha das pessoas que deram depoimentos no livro?

DJ TR: A vontade de dar a Cara para Bater foi o principal critério… Pessoas sem nome e também de renome, mas de grande conteúdo argumentativo, estiveram envolvidas neste projeto. Todas com profunda vivência no Hip-Hop e algumas até com bastante conhecimento de causa acerca da matéria… Minha intenção principal foi realmente demonstrar — através da imparcialidade, da qual mantive durante todo o tempo em que os entrevistei — as diversidades de opiniões existentes em um único Movimento, a fim de provocar uma grande discussão em páginas; o que acabou gerando um debate bem acirrado onde todos os envolvidos acabou tendo conhecimento das opiniões do companheiro somente após a publicação da obra… O mais importante para mim foi dar ao leitor o sentimento de que ele também está participando dessa discussão, em prol de um Hip-Hop melhor e mais acessível a todos, independendo se ele já participa do Movimento ou não, pois o “inclusivismo” é o grande viés de nossa Cultura (Hip-Hop), desde que este a entenda e respeite seus preceitos e as diferenças encontradas em seus adeptos…

R.E: Agora que o livro está pronto, o que você acha que faltou? Algum tema a ser debatido, faltou algum nome, algum fato…

DJ TR: Sempre vai faltar algo, por questões de limitação da própria pesquisa no sentido de não ter conseguido em tempo aquilo que se queria, ou por só ter descoberto algum determinado assunto após a publicação da obra… Para isso não ocorrer ou diminuir tais riscos, o Acorda Hip-Hop! deveria ser uma enciclopédia de vários fascículos e esta nunca foi a intenção inicial… Quem sabe um dia…?! No campo da dança, por exemplo, a House Dance e o Hip-Hop Freestyle foram duas modalidades que não entraram em minhas pesquisas. Mas isso é muito bom também, pois abrirá a oportunidade para que outro irmão possa publicar uma obra registrando estes acontecimentos marcantes, e ou até mesmo resgatando a memória histórica do Movimento Hip-Hop da sua cidade… O importante disso tudo para mim é saber que posso contribuir para o incentivo direto ou indireto de futuros escritores do Hip-Hop, como é o que já está acontecendo aqui no Rio com o irmão “DJ Boneco”, que iniciou uma verdadeira exploração da história acerca da Cultura DJ e suas influências nas origens de muitos movimentos cariocas como o Movimento Black Rio, por exemplo…

R.E: O Rio de Janeiro tem revelado MCs muito talentosos, que se preocupam em fazer música Rap e entendem muito da música que fazem. Além disso, também tem revelado DJs e Grafiteiros (as). Como você, que é um dos pioneiros do Hip-Hop carioca, vê o crescimento da cena por ai?

DJ TR: Embora a escola da qual eu faça parte tenha se rompido ao final dos anos 90, restando apenas um quantitativo bem inferior ao original, devido a uma série de pressões, da qual uma delas certamente foi a financeira; vi iniciativas — como foi o caso do “Zoeira Hip-Hop”, evento promovido pela minha querida irmã “Elza Cohen” — acontecerem de modo positivo revelando os futuros talentos do Hip-Hop Carioca dos anos 2000… No entanto acredito ser ainda muito prematuro avaliar esta cena como um todo, pois a mesma ainda está sofrendo uma série de mutações (positivas e negativas), pertinentes a qualquer Movimento em crescimento com referências pouca ou nenhuma da Primeira Escola diluída por alguns problemas. Acredito, sem sombra de dúvidas, no talento da grande maioria que compõe a cena atual do Hip-Hop Carioca, mas gostaria de ressaltar que nenhum Movimento, seja ele qual for, sobrevive com a devida saúde, se não estiver ligado às suas origens. É importante que todos se preocupem com as informações que estão ao seu redor e com a sua própria história… Hoje tem um Acorda Hip-Hop! para ajudar a muitos, amanhã poderão ter outros registros literários e audiovisuais para auxiliar neste resgate de memória da Cultura (Hip-Hop).Quanto ao Crescimento, até rabo de cavalo cresce; só que para baixo… A Nova Escola precisa considerar mais quem veio antes, infelizmente ainda são poucos que têm essa consciência e isto acontece, em nível nacional, não apenas aqui no Rio. Como já dizia o Poeta Jorge Aragão: “Respeite quem pode chegar onde a gente chegou…”

R.E: Como DJ, está tocando em alguma festa, pra algum grupo ou desenvolvendo qualquer atividade ligada a discotecagem?

DJ TR: Atualmente estou me dedicando mais ao Universo Literário e a minha própria família… Atualmente estou tendo a grande oportunidade de ser pai de uma menininha linda de dois aninhos e gostaria de poder dedicar o pouco tempo que tenho a minha casa… Trabalhar na noite hoje me atrapalharia neste sentido… Mas quem sabe num futuro bem próximo…?! Às vezes auxilio a realização de alguns eventos, mas nada que me tire plenamente de dentro de casa… Só o meio literário tem me consumido bastante, e graças a Deus de forma positiva!

R.E: Tem planos de lançar outro livro?

DJ TR: Certamente. Mas pretendo dar um pouco mais de atenção para o Acorda Hip-Hop!, pois acredito que muitos estados ainda estão sem acesso a esta obra… Criar uma ponte entre o Sistema de Ensino Público e o próprio Hip-Hop ainda é um dos meus objetivos por meio desta obra e espero alcançar este sucesso.

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Acorda Hip-Hop no You Tube

Categorias:Entrevistas
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